6º PRÊMIO BOAS PRÁTICAS

1º LUGAR - PAROBÉ
Preparados: Jovens resilientes à emergência climática
O projeto: O projeto iniciou sua 1ª etapa em maio de 2024, com ações de sensibilização sobre a importância da educação climática e a redução de riscos de desastres. Alunos e professores participaram de formações sobre Emergência Climática, focando na identificação de riscos e prevenção a eventos extremos. Ao retornar às escolas, iniciaram a construção de pluviômetros artesanais para monitorar chuvas e mapear áreas de risco, utilizando fotos e georreferenciamento. As escolas também começaram a elaborar seu Plano de Emergência e a realizar simulados de abandono. A 2ª etapa do projeto começou em agosto, com ações de mitigação e adaptação, culminando no Fórum Estudantil Escola e Resiliência.

Objetivo: Promover a mobilização e o aprendizado sobre emergência climática nas escolas de Parobé, desenvolvendo resiliência e prevenção de desastres através de ações pedagógicas.

Público-alvo: 37 turmas de alunos do 4° ano, além de ações específicas com 80 turmas convidadas do 6º ao 9º ano das escolas municipais de Parobé. Estima-se que cerca de 800 estudantes do 4° ano, 1.600 estudantes do 6º ao 9º ano e 100 professores participem das atividades propostas.

Metodologia: Formação com professores e alunos; oficina de construção de pluviômetros e coleta de dados; oficina de cartografia social; participação no Plano de Emergência da Escola; Participação no simulado escola, juntamente com o Corpo de Bombeiro; socialização das ações no Fórum Estudantil Escolas Resilientes a Emergência Climática.

“Estudantes de Parobé estão se mobilizando para enfrentar desafios climáticos locais através do projeto 'Preparados: Jovens resilientes à emergência climática', promovido pela Secretaria de Educação. Eles discutem os impactos da mudança climática e implementam ações práticas, como mapeamento de áreas de risco e criação de PluvioPets, pluviômetros feitos com garrafas pets, para monitorar a quantidade de chuvas na cidade”. 

Diego Dal Piva Da Luz, prefeito de Parobé


2º LUGAR - CANOAS 
eClima - Escritório de Resiliência Climática e Defesa Civil
O projeto: Criado através de Decreto Municipal, o Escritório de Resiliência Climática e Defesa Civil (Eclima) de Canoas é uma referência nacional na observação de eventos climáticos e na atuação diante da vulnerabilidade. O município é pioneiro no RS e tem uma das poucas organizações públicas municipais no Brasil voltadas ao comportamento do tempo.

Objetivo: Além de fortalecer o trabalho da Defesa Civil municipal, através de ações preventivas, socorristas, assistenciais, e recuperativas, destinadas a evitar desastres e minimizar seus impactos para a população, o Eclima possui a finalidade de monitoramento constante do clima, com apoio de meteorologistas, além de embasar projetos e obras para a cidade. 


3º LUGAR - PELOTAS
Do Plano à Ação: Pelotas no enfrentamento da enchente de 2024
O projeto: Pelotas lançou, depois de dois anos de trabalho, o Plano Municipal de Resiliência. Com esse documento, o município buscou traçar as ações necessárias para o enfrentamento de crises, sejam elas naturais ou causadas pela ação do homem. Em maio de 2024, o Rio Grande do Sul foi devastado pela maior catástrofe climática de sua história. Pelotas estava entre os municípios atingidos. A cidade, no entanto, conseguiu escapar sem a perda de vida e com prejuízos reduzidos. 

Objetivo: Planejamento de ações de enfrentamento de crise; integração das forças de segurança, instituições e estruturas municipais; organização da rede de voluntariado; investimento em sistemas de proteção; processos inovadores para a superação da crise; estratégias de comunicação para o enfrentamento da crise.